Conselho Federal de Medicina quer mudar critérios que definem morte cerebral
Quarta 08/05/13 - 10hO Conselho Federal de Medicina tem pronta proposta para mudar os critérios de definição de morte encefálica. O projeto mantém a necessidade de o laudo ser assinado por 2 médicos, mas dispensa a exigência de que um deles seja neurologista. O objetivo é agilizar o processo em um período menor de tempo, que pode beneficiar o sistema de captação de órgãos para transplante. A identificação da morte cerebral é o primeiro passo para que o paciente possa tornar-se doador de órgãos. Quando há concordância da família - após a confirmação da morte cerebral -, é iniciado todo o processo, com a notificação da central de captação. Sem o neurologista para atestá-la, mesmo que a família concorde, o processo não vai para frente.


