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montesclaros.com - Ano 25 - segunda-feira, 26 de fevereiro de 2024

Chuvas em julho e no final de agosto, em M. Claros, anteciparam o canto esfuziante das cigarras, uma sinfonia que o sertão conhece bem e marca sempre o mês de outubro

Domingo 01/10/23 - 8h34


Neste ano, as cigarras começaram o canto de acasalamento mais cedo do que o habitual.

Em Brasília, como em M. Claros, região de cerrado, a sinfonia das cigarras já e é observada.

As cigarras usam o canto no processo de acasalamento.

Os machos, e só eles, são os responsáveis pelo canto, que pode atingir 100 decibéis.

O canto, adiantado em 2023, pode estar relacionado às chuvas que chegaram mais cedo.

As cigarras passam a maior parte da vida debaixo da terra, alimentando-se de raízes das árvores, sempre em ambientes úmidos.

As chuvas antecipadas - em M. Claros choveu em 24 de julho e no final de agosto - podem ter apressado a subida para fora da terra, iniciando a cantoria mais cedo.

Elas tem um órgão na barriga que age como caixa de som, responsável pelo canto, sendo que somente os machos têm a capacidade de cantar.

Cantam tão alto como uma banda de rock.

Após o acasalamento e a postura de ovos, as cigarras têm vida curta.

Suas ninfas, ou "bebês" cigarras, passam a maior parte da vida no subsolo.

Cada espécie de cigarra emite som característico.

Elas se reproduzem uma única vez na vida.

Não cantam até a morte, até explodir, como se pensa, mas trocam de casca para novo ciclo de vida.

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