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montesclaros.com - Ano 22 - terça-feira, 27 de julho de 2021

Falta de água - na pior das crises hidrelétricas - leva deputado Gil Pereira a recomendar cada vez mais painéis solares nos telhados e grandes usinas

Quinta 17/06/21 - 7h20

Divulgação do deputado Gil Pereira:



Crise hídrica ressalta urgência de investimentos em novas formas de energia renovável

Apesar da reduzida participação da geração fotovoltaica na matriz energética (1,7%), Gil Pereira aponta excelente potencial de MG que atingiu 1 GW em GD solar

Os reservatórios apresentam níveis baixos e enfrentamos momento de crise hídrica, em razão da pior seca das últimas décadas, como adverte o governo federal. O problema ressalta a urgente necessidade de se investir em outras fontes de energia limpa, como painéis solares.

Entre 2019 e 2020, houve crescimento de 61% na instalação de pontos de captação de energia solar no Brasil, segundo o Balanço Energético Nacional, divulgado pelo Ministério de Minas e Energia. Entretanto, a parcela da fonte fotovoltaica na matriz energética brasileira ainda corresponde somente a 1,7% da geração elétrica total, enquanto a hidrelétrica é responsável pela maior parte: 65%.

Aceleração

Precursor na criação de leis e nas políticas de incentivo ao setor fotovoltaico em Minas Gerais, o deputado Gil Pereira destaca que as secas recorrentes exigem a aceleração do processo de implementação da energia fotovoltaica, através das grandes usinas solares (geração centralizada - GC) e dos sistemas de painéis em telhados e áreas de casas, comércios e indústrias (micro e minigeração distribuída – GD).

“Além de sustentável, a fonte solar fotovoltaica é a opção mais viável e competitiva para diversificar a matriz energética e aliviar a Bandeira Vermelha na conta de luz dos brasileiros, pois não depende da água para sua geração, reduzindo nossa dependência dos países vizinhos e das usinas termelétricas fósseis, que são mais caras e poluentes. O sistema é de alternância, pois os reservatórios são poupados durante o dia, enquanto a água é utilizada para geração noturna”, explicou Gil Pereira.

Investimentos e empregos

“Quanto mais usarmos a energia fotovoltaica e outras fontes renováveis, menor a necessidade de acionamento das usinas térmicas movidas a óleo. Outro ganho para a sociedade, especialmente na geração distribuída, é a redução das perdas percentuais de energia verificadas ao longo das redes convencionais de distribuição das concessionárias. Por isso, apoio o Projeto de Lei (PL) 5.829/19, que estabelece o Marco Legal da Geração Distribuída e fortalecerá o setor, através de manutenção das atuais regras e maior segurança jurídica para consumidores e investidores”, esclareceu Gil Pereira.

Desde 2012, essa modalidade de geração de energia (GD solar) atraiu cerca de R$ 5 bilhões em investimentos e gerou mais de 30 mil empregos em Minas Gerais, especialmente na região Norte, graças à inovação realizada pelo deputado Gil Pereira nas leis estaduais, com destaque para a sua Lei da Energia Solar Fotovoltaica (nº 22.549/17). Trouxe, ainda, mais de R$ 1 bilhão em recursos para os governos (municipais, estadual e federal) investirem em saúde, educação, saneamento, dentre outros serviços públicos.

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