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montesclaros.com - Ano 23 - sábado, 2 de julho de 2022
 

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Mensagem: A Ômicron ataca Manoel Hygino Vai-se ou não festejar o Carnaval, em 2022? Quem teria a coragem de responder afirmativamente? Nos meses mais recentes, esforçaram-se os médicos, como o fazem em ocasiões semelhantes, para minimizar os resultados nocivos da Covid-19, que efetivamente baixaram seus índices de transmissão e internação a patamares de abrir portas de esperança. Mas os fatos não acontecem como se quer ou se pretende. Quando milhares de pessoas em todo o mundo procuravam reatar seus sonhos de viagens no final de 2021 e primeiros meses do ano que virá, surgiu inopinadamente a informação de que se descobrira nova variante do coronavírus. E a notícia explodiu como uma bomba, mesmo sem preocupação em causar pânico. A Organização Mundial de Saúde logo declarou que se tratava da “variante preocupante”, após análise do Grupo Técnico-Consultivo após análise do Grupo Técnico- Consultivo sobre Evolução do vírus SARS-CoV-2. Confirmaram-se, em seguida, casos em Botsuana, África do Sul, Hong Kong e Israel. O planeta se pôs imediatamente em alerta, mesmo quando o presidente da República brasileira menosprezava, em primeiro instante, o risco da nova cepa em terras tupiniquins. A OMS, que não dorme em serviço, logo acrescentaria pormenores. Esclareceu que a variante possui grande número de mutações, “algumas das quais apresentam alto risco de reinfecção, em comparação com outras classificadas como preocupantes, segundo evidências preliminares”. E havia mais, e mais grave: há a suspeita de que a ômicron possa “driblar” as vacinas já em uso pela população mundial. O fato acende alerta na OMS e nos governos de todos os países. O técnico Tom Peacock, do Imperial College de Londres, ressaltou que as mutações na proteína S eram “as mais terríveis” já vistas. Era a primeira vez que ele via não uma, mas duas mutações “no local de clivagem da furina”, detalhe que não será assimilado senão por quem entende do assunto, mas causa temor a quem o conhece de perto. Estamos, assim, num novo período de incerteza e de temor. Já perdemos mais de 613 mil vidas no Brasil até agora. Será que a ômicron nos trará novas vítimas? Pelo menos, devemos rogar para que não haja mais letra do alfabeto grego para designar novas cepas e que o Tesouro Nacional tenha recursos para conter uma nova calamidade. Não há reais que possam ser investidos contra doenças graves, além dos desvarios nas contas públicas.

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