Este espaço é para você aprimorar a notícia, completando-a.
Clique aqui para exibir os comentários
Os dados aqui preenchidos serão exibidos. Todos os campos são obrigatórios
Mensagem: Gratidão sem preço Manoel Hygino Talvez por vaidade, pela intransferível obrigação de corresponder à mensagem recebida, sem menosprezar outras honrosas expressões de amizade e distinção, não deixaria de registrar o e-mail de Danilo Carlos Gomes, confrade da Academia Mineira de Letras, ao ensejo do meu 95º aniversário, nos mês passado. E ainda está vivo e escreve? Perguntará alguém e a resposta está aqui. Além do gaveteiro amigo e conceituado de Mariana, Danilo Gomes conseguiria o e-mail primoroso de Ângelo Oswaldo de Araújo Santos, intelectual de alto quilate, nascido em famílias de nobreza e grande respeitabilidade, prefeito pela quinta vez de Ouro Preto, a que presta os mais notáveis serviços. Quantas palavras de carinho me chegaram quando alcanço o patamar não atingido dos meus avoengos. Sinto-me realmente elevado a uma altura que me falta, mais atribuída simplesmente à longevidade. De muitos lugares e pessoas me vieram felicitações. Mas lembro também a de Edmilson Caminha, triunfante em Lisboa de honroso prêmio atribuído a de nações de língua portuguesa por sua notável produção no campo das letras e da história. Contudo, não me desvio do dever de mencionar o artigo de José Ponciano Neto no Montes Claros.com, de Montes Claros, em 14 de março. Pode ser até que se trate de costume já ultrapassado, mas não esqueço a lição latina: “Consuetudo est casi altera natura”. Sigo o itinerário. Assim, considerando ainda que Ponciano, além de Técnico em Hidráulica profissionalmente, membro do Instituto Histórico e Geográfico de Montes Claros, membro da Academia Maçônica de Letras do Norte de Minas, colunista literário do site montesclaros.com e colaborador do “Novo Jornal de Notícias”, não posso ignorar a manifestação a meu respeito. O articulista muito me honrou com seu elogio, como os demais que se expressaram. Em verdade, cumpro simplesmente com o dever profissional, no caso específico, como montes-clarense cônscio de seu liame com a terra em que nasceu, que merece todo orgulho. No caso referido da Santa Casa de Belo Horizonte, coube-me promover a iniciativa de criação de um jornal nos anos 90, que pudesse melhor aproximar a entidade filantrópica, reconhecida e amada da comunidade a que serve exatamente há 125 anos. De todo modo, meu reconhecimento. Enfim, apenas cumpro os mandamentos do insigne Eduardo Couture: “Estuda, Pensa, Trabalha, Luta, Sê leal, Tolera, Tem paciência, Tem fé, Esquece, Ama a tua Profissão”.
Trocar letrasDigite as letras que aparecem na imagem acima