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montesclaros.com - Ano 23 - sábado, 2 de julho de 2022
 

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Mensagem: Uma outra guerra? Manoel Hygino As atenções estão concentradas no Brasil em diversos assuntos: na conquista já efetivada do Campeonato Brasileiro de futebol pelo Atlético mineiro, na perspectiva de um fim de ano sem Réveillon nas grandes cidades, no combate – como em demais países – à variante Ômicron do coronavírus. Mas a situação é muito pior, num outro pedaço do mundo. Estados Unidos alertaram para planos de ataque da Rússia contra a Ucrânia, conforme o secretário de Estado Antony Blinken. Não ficou nisso; garantiu que a OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte) está “preparada para impor custos severos” contra Moscou, caso haja tentativa de invasão contra Kiev, informando ainda que as defesas da organização seriam reforçadas no flanco oriental. Ele afirmou que ainda não há sinais claros de uma decisão de invasão, mas que o presidente russo, Vladimir Putin, se está preparando para esse cenário: “Ele está criando capacidade para fazê-lo no curto prazo, caso decida avançar. Por isso, apesar da incerteza sobre as intenções e o timing, devemos nos preparar para todas as contingências, enquanto trabalhamos para que a Rússia reverta a trajetória”. Ora, é uma advertência séria, nesta hora em que Washington sequer conseguiu livrar-se inteiramente de seus reveses após a retirada do Afeganistão, mas, sem assegurar intervenção militar ou outro tipo de ação concreta, numa eventual resposta a Moscou, Tio Sam assegura que permanece “inabalável no apoio à soberania e integridade territorial da Ucrânia”. Resta-nos acompanhar de longe, mas com preocupação. Blinken foi muito claro: “Se a Rússia seguir o caminho do confronto, responderemos com determinação, inclusive com uma série de medidas econômicas de grande impacto que evitamos adotar no passado”. Quando a Casa Branca toma decisões de longo alcance, todo o mundo sente abalos. A Ucrânia é o segundo maior país da Europa, atrás exatamente da Rússia. Conhecida como o celeiro da extinta União Soviética, em razão de sua grande produção de cereais, desenvolve moderna atividade agrícola em suas férteis planícies. Além do mais, conta com ricas reservas de carvão, ferro e manganês. No litoral do mar Negro, fica o movimentado porto de Odessa. A antiga frota militar soviética, ancorada em Sebastopol, na península da Crimeia, permanece na região, conforme acordo selado com a Rússia. Assim, uma convulsão na Ucrânia, mexe com tudo na região inquieta, podendo causar estragos internacionais. Nesta hora, melhor seria que Moscou cuidasse de vacinar sua população contra a Covid. Em todo caso, houve uma longa conversa virtual de Biden e Putin.

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