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montesclaros.com - Ano 26 - terça-feira, 9 de junho de 2026

Mural

Jornalismo exercido pela própria população

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Mensagem N°54800
De: Paulo Data: Sábado 6/2/2010 11:16:18
Cidade: montes claros

Morreu um dos mais tradicionais fazendeiros de Montes Claros nos últimos 80 anos: Felinto Pereira, chamado de "seu Filó", pai de Eduardo e Osmar Avelino. O sepultamento está sendo agora.

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Mensagem N°54799
De: Ruth Tupinambá Data: Sábado 6/2/2010 11:09:25
Cidade: Montes Claros

A inesquecível Felicidade Perpétua Tupynambá

Ruth Tupinambá Graça

A data 20 de Junho de 1909 é sagrada para mim. Neste dia, no sobrado número 18, (que ainda existe) na Praça Dr. Chaves, ao lado do Centro Cultural Dr. Hermes de Paula, nasceu numa hora feliz, Felicidade Perpétua Tupynambá.
Filha do casal Josefina Mendonça Tupynambá e Tobias Leal Tupynambá. Começou sua vida escolar no Grupo Escolar Gonçalves Chaves, onde fez o primário e mais tarde diplomando-se normalista na Escola Normal Oficial Melo Viana, de Montes Claros. Era estudiosa, perspicaz, que, apesar de dificuldades de transporte e comunicação da nossa cidade, com grande força de vontade, ela conseguiu fazer vários cursos em Belo Horizonte e São Paulo: Arte na Educação, Psicologia da Arte em função de Recreação, vários cursos de psicologia infantil que lhes proporcionaram cultura, talento, experiências das quais ela soube aproveitar transmitindo às nossas escolas no esforço de bem servir.
Com o diploma em mãos, lecionou na Escola Estadual Professor Plínio Ribeiro, Colégio Imaculada Conceição, Instituto Norte Mineiro, Colégio Diocesano, aulas de Educação Física, Artes, Sociologia e Psicologia, aposentando-se depois de 30 anos de magistério.
Sua caminhada foi um rastro de luz deixando por onde passava seus raios incandescentes de amor. Naquele coração só existia espaço para a ternura, tinha sempre uma palavra amiga para acalentar o coração dos que sofriam.
Fely (como carinhosamente a chamávamos) deixou uma maravilhosa obra literária. Da sua mente prodigiosa passaram para a posteridade muitos livros de contos e poesias e durante muitos anos seus poemas e crônicas abrilhantaram as páginas de diversos jornais de nossa terra, com tanta sensibilidade que levou o escritor Nelson Viana chamá-la de “A Pérola de Montes Claros”.
Foi ela que com sua experiência e vontade de servir implantou, juntamente com a Marina Fernandez Silva, o Conservatório Estadual Lorenzo Fernandez, que tantos benefícios vem prestando a juventude montes-clarense e de toda nossa região.
Implantou o Curso de Pedagogia (normal) no Colégio Imaculada Conceição. Também o Centro Cultural de Moc deve a Fely a sua fundação.
Como artística plástica de reconhecida capacidade criativa, na década de 40, juntamente com Godofredo Guedes, a primeira exposição “Salão de Artes Plásticas em Montes Claros” pertencia a Academia Montes-clarense de Letras como sócia efetiva e secretária ao lado da Presidente Professora Yvonne Silveira que até hoje se lastima pela sua ausência e a falta da sua eficiente colaboração.
Fely era uma mulher extremamente bonita, educadíssima, elegante, uma perfeita “Lady”. Era alegre, gostava de cantar, dançar, declamava muito bem tanto que era solicitada em todas as reuniões e festas em que ela estivesse presente e o fazia com tamanha sensibilidade e perfeição que muitos assistentes não conseguiam conter as lágrimas...
A característica principal da sua personalidade era ajudar a quem precisasse.
Para ela não havia diferença ente ricos e pobres, pretos ou brancos. Era afável com qualquer um e amiga de todos.
Nunca se casou embora tenha sido muito cortejada. Teve muitos namorados e até noivo, mas ela queria mesmo era ser livre.
Mas os seus feitos não se restringiram só a área cultural. Era decidida, enérgica e firme nos seus objetivos, valores que impulsionavam suas atitudes. Por isto ela foi a primeira mulher que, enfrentando os preconceitos da nossa sociedade (e os “tabus” daquela época) aceitou o cargo numa repartição pública. Admitida na Prefeitura Municipal de Montes Claros (gestão do Dr. Santos) permanecendo no cargo de Chefe de Gabinete por 30 anos. Passou por onze Prefeitos ocupando por duas vezes, o cargo de Vice-Prefeito (por afastamento dos titulares) onde governou a nossa cidade.
Podemos afirmar que entre os filhos de Montes Claros, nos últimos 60 anos ninguém tenha exercido ou ocupado maior espaço político e cultural na vida da cidade do que esta abnegada professora.
Sua cultura emoldurada pelas pesquisas se eternizou como autora da preciosa obra “O Mundo Interior da Criança”.
Numa linguagem clara, precisa e objetiva, a autora torna possível, através da arte e do desenho penetrar na alma infantil de uma maneira mais delicada e mais agradável.
Com sua experiência adquirida na Escolainha de Artes (fundada por ela) e como professora de Artes Plásticas e Psicologia, a autora oferece aos pais, Educadores e alunos do Curso de Especialização, Pós-graduação, Pré-primário, uma oportunidade para grandes descobertas e válidas experiências.
Nesta comemoração do centenário de vida de Felicidade Perpétua Tupynambá, ela marcará com este livro sua passagem por esta Montes Claros que ela tanto amou e tanto beneficiou. Que ele seja bem aproveitado, fazendo jus ao que sua autora sempre almejou.
Que o exemplo de Felicidade Perpétua Tupynambá seja uma Bandeira para seguirmos. Que todos os Montesclarenses perpetuem a memória desta inesquecível professora, que dedicou sua vida inteiramente a Montes Claros, durante os 90anos de sua existência.

(N. da Redação: Ruth Tupinambá Graça, de 94 anos, é atualmente a mais importante memorialista de M. Claros. Nasceu aqui, viveu aqui, e conta as histórias da cidade com uma leveza que a distingue de todos, ao mesmo tempo em que é reconhecida pelo rigor e pela qualidade da sua memória. Mantém-se extraordinariamente ativa, viajando por toda parte, cuidando de filhos, netos e bisnetos, sem descuidar dos escritos que invariavelmente contemplam a sua cidade de criança, um burgo de não mais que 3 mil habitantes, no início do século passado. É merecidamente reverenciada por muitos como a Cora Coralina de Montes Claros, pelo alto, limpo e espontâneo lirismo de suas narrativas).

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Mensagem N°54796
De: Saulo Data: Sábado 6/2/2010 10:23:03
Cidade: montes claros

Hoje é o dia 6 de Fevereiro. Quando, à noite, os relógios marcarem 23 horas terá completado 80 anos o episódio que mais tornou Montes Claros conhecida em todo o Brasil. O célebre tiroteio na atual Praça Dr. João Alves, a Praça do Automóvel Clube. O assunto foi manchete nos jornais da capital da República por cerca de três meses. Manchete principal, com letras imensas, garrafais. Toda a atenção do Brasil virava-se para o burgo mineiro. Tropas federais foram enviadas a Montes Claros. Um advogado que chegou a presidente do Supremo Tribunal Federal recebeu a incumbência de apurar os fatos.
Hoje à noite, a cena que o historiador Hélio Silva aponta como o primeiro tiro da Revolução de 30 completará oito décadas, com a cidade pacificada, neste particular, e quase sem saber de nada - pois esquecemos facilmente a nossa própria história, a trajetória comum, de todos.
O fato é que, naquela hora, naquele 6 de Fevereiro de 1930, chegava a Montes Claros um trem especial trazendo o vice-presidente da República, então uma autoridade infinitamente mais poderosa do que atualmente é. O trem, cheio de autoridades, despejou sua carga de importância na gare local e o cortejo desceu pelas ruas. Eram dias de política acirrada, mercurial.
Ao passar defronte à casa do chefe da política adversária, dali onde hoje é o alegre Automóvel Clube, partiu intensa fuzilaria. Moravam lá Doutor João Alves, chefe da Aliança Liberal, e sua célebre mulher, dona Tiburtina Alves, vinda de Itamarandiba, perto de Diamantina. A ela se atribuía um poder enorme, uma capacidade de liderança incomum. São muitas as versões, como tais conflitantes.
O fato é que da intensa fuzilaria restaram corpos pela hoje mansa, pacífica e quase relegada Praça, mãe dos catopês que desfilam pelas ruas da cidade a cada agosto novo. Nunca se contou o número de feridos. Apenas o de mortos: um menino, na calçada do que hoje é o prédio do Automóvel Clube; o do secretário do vice-presidente da República, Melo Viana, chamado de Rafael Fleury; e mais - feridos mortalmente - João Soares da Silva, Moacir Dolabela e dona Iraci de Oliveira Novaes, esposa de Eudison Novaes.
No pânico que se seguiu, a comitiva voltou a toda pressa para a estação ferroviária. O trem do poder partiu - de ré - para Belo Horizonte. Não havia tempo, era preciso recuar a todo galope. O Brasil recebeu a notícia, atônito. A perplexidade em Montes Claros não foi menor. Por anos, a história decantou o assunto - e a sabedoria de parte a parte felizmente sepultou os seus miasmas.
Nos últimos anos, nas últimas décadas, pessoas ligadas aos dois lados viveram harmoniosamente, no cumprimento da lição de que se deve caminhar para frente, para cima, para o alto. A cidade de Montes Claros passou a ser referida com algum desconforto nas maiores cidades do Brasil, especialmente nas instâncias que se julgavam mais civilizadas.
O maior entre os poetas, que aqui veio logo depois, Carlos Drummond de Andrade, mais de uma vez referiu-se ao assunto, para extrair dele uma referência elogiosa ao nosso povo, reverente à cultura aqui estacionada, quase sempre a mostrar-se e a exibir-se por méritos da incomum música que Montes Claros produziu e exportou - em forma de serenatas. As suas Modinhas Eternas, tendo no bardo João Chaves, o líder do cortejo angélico, literalmente tocando todos os instrumentos de uma banda de música.
Era o contraste, o contraponto, para a cidade apontada, injustamente às vezes, como valentona, bélica, capaz de armar uma fuzilaria de expressão federal. Não. Muito ao contrário. Tínhamos mais do que lições de intolerância – fomos capazes de produzir e de espalhar por todo o Brasil páginas como Amo-te Muito, Eterna Lembrança, o Bardo.
(A má fama que queriam nos impingir deteve-se diante das músicas de um inspirado e lírico sertão, cantando ao luar).
É este o episódio que Montes Claros - quase sem saber - hoje comemora, ainda que com as homenagens profundas do silêncio reverente. Oitenta anos de uma página do Brasil. Acentua-se o entendimento de que daqui realmente partiu o primeiro tiro da Revolução de Outubro de 1930, que levou Getúlio Vargas à Presidência da República, caudilho que depois se perdeu num vasto quadro ditatorial.
Em boa hora, seria oportuno que a história - e não as muitas versões dela e seus julgamentos subjetivos - merecesse um relato alto no local dos acontecimentos.
(Ali, mais de uma vez, fui levar pessoas que pediam para conhecer o território do célebre 6 de Fevereiro de 1930. Assunto que partiu o País e produziu lendas e folclore, que seguirão)

Não tenhamos medo da história. Ela prosseguirá como A Mestra da Vida. Aliemo-nos, pois, a ela. O passado, aquilo que não passa nunca, é o que nos sustenta.
Montes Claros foi e será sempre capaz de ressurgir, erguendo-se para os momentos sublimes, ao luar, em torno de eternas lembranças.

(PS: Esta relembrança é também uma homenagem aos que fazem aniversário hoje, neste 6 de Fevereiro)

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Mensagem N°54795
De: Corpo de Bombeiros Data: Sábado 6/2/2010 10:01:00
Cidade: Montes Claros

Bombeiros de Montes Claros resgatam vitimas presas nas ferragens. Na madrugada do dia 06 de fevereiro de 2010 o Sétimo Batalhão de Bombeiros Militar de Minas Gerais, atendeu umaocorrência na Av. Francisco Gaetani, no Bairro Sagrada Família, na cidade de Montes Claros. No local havia quatro vitimas presas nas ferragens com diversos ferimentos e suspeita de fraturas pelo corpo, o acidente ocorreu após o motorista do veículo Volkswagem, Parati, placa de Frutal/MG ter colidido com a “pilastra” de um telefone publico e, em seguida, num poste da CEMIG. Após os trabalhos de desencarceramento, as vitimas foram transportadas pelo CBMMG ate o Hps Santa Casa na Cidade de Montes Claros

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Mensagem N°54793
De: Ernesto Data: Sábado 6/2/2010 08:40:55
Cidade: Moc

Não há dúvida: a chuva está de pirraça com Montes Claros. Choveu no fim de outubro, começo de novembro. Depois, quase nada. A seca é inevitável - dizem, preocupados, os fazendeiros. Mais uma. A chuva de 6 milímetros, marcada para ontem, resumiu-se a pingos na área central, em algumas partes. Hoje, novamente há previsão de 6 milímetros. Virão?? Estão todos cansados de olhar para o céu. Para a semana vindoura, a previsão reserva mixórdia. Pouca coisa, quase nada de chuva. Mas, nossa fé não se cansa.

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Mensagem N°54779
De: Gersier Data: Sexta 5/2/2010 20:14:57
Cidade: Montes Claros

O Deputado Geraldo Naves que supostamente está envolvido no chamado mensalão do Arruda,já morou em Montes Claros na década de 80.Foi Gerente de Programação da recém inaugurada TV Montes Claros,hoje Inter Tv.Poucos anos depois de deixar Montes Claros foi para Uberlândia.Exerce o seu primeiro mandato e como deputado é Membro Titular da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos, Ética e Decoro Parlamentar – biênio 2009-2010.Também é líder do partido dos DEMOCRATAS na Câmara Legislativa de Brasília.

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Mensagem N°54767
De: José Luiz Silva Data: Sexta 5/2/2010 16:43:27
Cidade: MONTES CLAROS

Em relação a mensagem nº 54735 do Sr. Roberto Melo, moro no Ibituruna, e estou indignado com a destruição que a pedreira vem causando na serra do Ibituruna, bem como causando rachaduras nas casas das imediações com a explosão de dinamite a todo momento. Informo a todos que ficaram indignados com a devastação do sapucáia, que a devastação causada pela pedreira é bem maior...

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Mensagem N°54764
De: José Prates Data: Sexta 5/2/2010 15:00:19
Cidade: Rio de Janeiro - RJ

PATRULHA DO SILÊNCIO

José Prates

Roberto Santiago comenta em sua mensagem neste mural que Montes Claros, uma cidade que se tornou metrópole pelo seu desenvolvimento demográfico, arquitetônico, comercial e cultural, elevada na Igreja a sede da Arcdiocese, ainda permanece pequena na mentalidade dos seus governantes, cujas administrações são feitas da mesma forma que eram procedidas quando a cidade era um quinto do que é hoje, com uma população que parecia uma grande família onde todo mundo conhecia todo mundo; os habitantes saudavam-se mutuamente ao se cruzarem nas ruas e os problemas que surgissem eram resolvidos quase de imediato. A cidade cresceu no horizontal e agora cresce no vertical, surgindo edifícios majestosos cuja altura sobrepuja a imponente torre da Igreja Catedral, coisa inimaginável no tempo da cidade pequena De lá pra cá, tudo cresceu, mas, como disse o muralista, a mentalidade administrativa continua pequena, ainda igual a do Montes Claros dos anos quarenta. Não é, obviamente, falta de competência ou de interesse dos mandatários do município, mas, o sistema de administração a que estão presos, vem de longe sem sofrer alteração. Assim era e assim ficou até agora.
A notícia que circulou na cidade, no principio de dezembro último, dando conta da criação de uma patrulha do silêncio, noticia que foi transmitida à imprensa pelo próprio Prefeito, encheu a todos de esperança, porque viram na medida anunciada a erradicação do barulho que incomoda a todos, como, também, a obediência e respeito às leis. O que mais chamou a atenção da população e deu a certeza de que a medida anunciada vinha satisfazer a finalidade para que foi adotada, estava no anuncio do Prefeito que dizia textualmente: “A Patrulha do Silêncio não veio somente fiscalizar e multar os que teimarem em promover shows barulhentos, mas, com o objetivo, também, de educar os moradores”. Durante uns três dias não se viu reclamações de barulho e até imaginamos que fosse resultado da ação dessa patrulha. Entretanto, a decepção chegou mais cedo do que pudéssemos imaginar: o barulho incomodativo e ferindo as leis de proteção ao meio ambiente continua, sem nenhuma alteração, pelo que dizem as reclamações que voltaram a chegar ao moc.com.
Onde está, então, a anunciada patrulha do silêncio? A Sra. Bruna Rocha, sem muito trabalho, descobriu e veio ao Mural com a mensagem 54586 esclarecer a situação, dizendo-nos que “quem quiser conhecer o carro da Patrulha do Silêncio, comprado com dinheiro do Fundo Municipal de Meio Ambiente, destinado pelo Ministério Público, está estacionado entre as salas do Secretário Municipal de Meio Ambiente e do Supervisor Regional de Meio Ambiente do Estado, tomando sol e chuva e imóvel. Tomara que comece a ser usado.” O anuncio da criação da Patrulha do Silencio foi verdadeiro: ela foi criada e o carro adquirido. Apenas não funcionou e o carro ficou estacionado, como disse Dona Bruna. Falta o que? É uma resposta que cabe ao Sr. Prefeito dar aos seus munícipes. Ou melhor, àqueles que pelo voto, delegaram-lhe poderes para administrar modernamente o município, encarando Montes Claros como um centro de civilização e comércio, uma metrópole. O que falta para isto? Olhar a cidade com outros olhos e mudar o jeito de administrá-la. Montes Claros deixou de ser a princesinha criança. Agora é adulta, rainha do norte de Minas e é assim que deve ser vista e administrada. Quanto ao barulho que incomoda muita gente é fácil solucionar: basta disposição para colocar em funcionamento a patrulha do silêncio com patrulheiros disciplinados, fazendo cumprir a lei do silencio. Só isso e mais nada.

(José Prates, 81 anos, é jornalista e Oficial da Marinha Mercante. Como tal percorreu os cinco continentes em 20 anos embarcado. Residiu em Montes Claros, de 1945 a 1958, quando foi removido para o Rio de Janeiro, onde reside com a familia. É funcionário ativo da Vale do Rio Doce, estando atualmente cedido ao Sindicato dos Oficiais da Marinha Mercante, onde é um dos diretores).

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Mensagem N°54762
De: PM Data: Sexta 5/2/2010 14:29:31
Cidade: Montes Claros

(...)BO 6.920/09: A Polícia procura autores de roubo, no bairro Santo Inácio, na tarde de ontem.Segundo a vítima, sacou um cheque no valor de R$ 20.000,00 (vinte mil reais) em um banco e quando retornava para sua residência, foi abordado por 02 indivíduos desconhecidos, um deles armado com um revólver, que anunciou o assalto.Os autores roubaram da vítima todo dinheiro que havia sacado, fugindo em seguida. O rastreamento continua.
BO 6.993/10: A Polícia procura autores de roubo a um depósito, no bairro Planalto, na noite de ontem. Segundo as vítimas quando o funcionário/vítima abriu o portão para a saída de um veículo, dois indivíduos, sendo um negro, alto, magro; o outro moreno magro, estatura mediana, adentraram no estabelecimento e anunciaram o assalto, obrigando todos os funcionários a se deitarem no solo e ficarem de cabeça baixa. Quando eles estavam deitados os indivíduos trancaram as vítimas em uma sala.Os autores tomaram os celulares das vítimas e pegaram o cofre colocando-o dentro de um veículo na cor cinza, saindo em seguida em alta velocidade.Ao fazer a conferência, foi notado a falta de um malote na quantia aproximada de R$ 6.550,00 (seis mil e quinhentos e cinquenta reais) em dinheiro, no cofre tinha cheques em nome da empresa e documentos bancários diversos.O rastreamento continua na tentativa de localizar os autores.

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Mensagem N°54750
De: Altair Data: Sexta 5/2/2010 11:56:14
Cidade: Montes Claros

Grande e sábia decisão tomada pelas autoridades montesclarenses com o intuito de curar a ferida e preservar a nossa linda serra. Parabenizo aqui pelas sábias decisões, tanto da administração pública de Montes Claros, como também, do proprietário do terreno que aceitou a permuta proposta. Mas, os maiores méritos para essa decisão ser tomada, eu dedico à população Montesclarense que teve nas suas palavras a grande sabedoria de reivindicar uma solução sem a menor ofensa a qualquer pessoa que seja. Sábias palavras foram descritas aqui neste mural e, com certeza sensibilizaram todos para a preservação da vida. A mãe natureza agradece ao atos sábios do home, assim como pode rugir por atos ignorantes. Um grande abraço a todos que aqui proclamaram para a cura da ferida da serra.

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