"Manifesto à Nação Brasileira" afirma que o Brasil atravessa "crise institucional de extrema gravidade" e pede que o STF decida "sem subterfúgios e sem corporativismo"
Quarta 09/09/26 - 9h18Sete entidades empresariais divulgaram manifesto cobrando que o Supremo Tribunal Federal examine, em sessão pública e com urgência, os fatos relacionados à crise que assola a Corte .
O documento, intitulado “Manifesto à Nação Brasileira”, afirma que o país atravessa uma “crise institucional de extrema gravidade” e aponta o Supremo como o epicentro .
O texto pede que o plenário do STF decida “sem subterfúgios e sem corporativismo” e defende que o tribunal preste contas à sociedade .
As entidades afirmam que a perda de legitimidade do STF compromete a segurança jurídica, a confiança nas instituições e a paz social .
O manifesto não cita nomes de ministros nem detalha episódios específicos .
Entre as signatárias estão a Confederação Nacional da Indústria, a Fiesp e a Confederação Nacional do Comércio .
A página do manifesto reuniu 2.764 adesões de associações e sindicatos de todo o país .
Em posicionamento separado, o presidente da CNI, Ricardo Alban, afirmou que as sucessivas crises em Brasília colocam as instituições em risco .
Ele defendeu discussões livres, públicas e transparentes, com amplo direito de defesa, e pediu que questões políticas não travem o desenvolvimento do país .


