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montesclaros.com - Ano 25 - sábado, 24 de fevereiro de 2024

Polícia Federal lançou operação para desmantelar recrutamento de brasileiros para atividades extremistas ligadas ao Hesbollah, no Brasil. 7 mandados de busca e apreensão foram em Minas. Serviço secreto de Israel divulgou nota, leia na íntegra

Quarta 08/11/23 - 12h36

Nesta quarta-feira 8 de novembro, a Polícia Federal realizou a Operação Trapiche com o propósito de desmantelar atividades preparatórias de terrorismo e reunir evidências de possível recrutamento de cidadãos brasileiros para envolvimento em atividades extremistas.

Os alvos da operação seriam associados ao Hezbollah, e que estariam planejando ataques no Brasil, especificamente direcionados a edifícios da comunidade judaica no país.

As autoridades federais cumpriram dois mandados de prisão temporária em São Paulo e 11 mandados de busca e apreensão, emitidos pela Subseção Judiciária de Belo Horizonte, localizada em Minas e no Distrito Federal.

Um dos indivíduos visados foi detido no Aeroporto de Guarulhos, quando desembarcava de uma viagem que teve origem no Líbano.

Tanto os recrutadores quanto os recrutados poderão ser responsabilizados por crimes relacionados à constituição ou pertencimento a uma organização terrorista, bem como à preparação de atos terroristas.

A soma das penas máximas para esses crimes pode totalizar 15 anos e 6 meses de prisão.

Delitos relacionados à Lei de Terrorismo são classificados como hediondos, o que significa que são considerados crimes graves e não são passíveis de fiança, graça, anistia ou indulto.

A execução da pena para esses delitos começa em regime fechado, independentemente de decisão final em processo de julgamento.



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Jornal O Tempo, de BH:


PF faz operação em Minas, SP e DF para prender terroristas ligados ao Hezbollah

Os recrutadores planejavam ataques extremistas contra locais da comunidade judaica no Brasil, inclusive em sinagogas

A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quarta-feira (8), a operação Trapiche, que tem o intuito de interromper atos preparatórios de terrorismo, além de obter provas de possível recrutamento de brasileiros para a prática de atos extremistas no país.


Os alvos seriam potenciais integrantes do grupo libânes Hezbollah, uma organização fundamentalista (xiita) islâmica que atua na Faixa de Gaza e em vários países do Oriente Médio. Esse grupo extremista é visto por Israel como uma ameaça, inclusive maior do que Hamas, por ser fortemente armado e mais bem estruturado politicamente.

De acordo com informações preliminares de investigadores, os terroristas tinham o objetivo de promover ataques a prédios da comunidade judaica em território brasileiro, como sinagogas. Isso incentivado pelo conflito que ocorre, há um mês, entre Israel e o grupo extremista Hamas.

Na guerra no Oriente Médio, o Hezbollah é aliado do Hamas, tendo ajudado até mesmo mesmo ataques em territórios israelenses.

7 mandados de busca e apreensão foram em Minas .

SECRETO

O Mossad, serviço secreto de Israel, divulgou a seguinte nota:

Os órgãos de segurança do Brasil, juntamente com o Mossad e seus parceiros na comunidade de segurança israelense, ao lado de outros órgãos internacionais de segurança e fiscalização, frustraram um ataque terrorista no Brasil, promovido pela organização terrorista Hezbollah, dirigida e financiada pelo regime iraniano. Esta célula faz parte de uma ampla rede terrorista espalhada em outros países do mundo.

O Mossad agradece às forças de segurança do Brasil pela prisão da célula terrorista que agia em nome da organização terrorista Hezbollah, para realizar um ataques contra alvos israelenses e judeus no país.

Hoje em dia, no contexto da guerra em Gaza contra a organização terrorista Hamas, a organização terrorista Hezbollah e o regime iraniano continuam operando em todo o mundo para realizar ataques contra alvos israelenses, judeus e ocidentais.

O Mossad opera e continuará operando para frustrar estas tentativas com uma variedade de métodos e sempre que necessário.







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