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montesclaros.com - Ano 23 - segunda-feira, 4 de julho de 2022

Comércio e serviços pedem prazo para pagamento de impostos (e protesto), devido aos fortes prejuízos causados pela greve de caminhoneiros

Domingo 03/06/18 - 8h19

Há um movimento nacional para que as 3 instâncias do poder concedam prazo ao comércio para o pagamento de impostos, em função dos prejuízos causados pela greve dos caminhoneiros.
PEDIU
Em Belo Horizonte, a Câmara de Dirigentes Lojistas enviou, na última quarta-feira, ofícios ao presidente Michel Temer, ao governador Fernando Pimentel e ao prefeito, neste sentido
MÍNIMO
A entidade pediu a suspensão, pelo tempo mínimo de 60 dias, do cadastramento de débitos dos contribuintes do varejo na dívida ativa e do protesto em cartório.
RECUO
O vice-presidente da entidade disse que as vendas no varejo tiveram recuo com a paralisação dos caminhoneiros. “O movimento caiu, já que o consumidor estava com dificuldade de se locomover pela cidade”,
BILHÕES
A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) estima que, de 21 a 28 de maio, os setores de comércio e serviços tiveram perdas de cerca de R$ 27 bilhões.
CORTES
Em Brasília, foi revelado que todos os ministérios tiveram cortes nos seus orçamentos para pagar a conta resultante da greve dos caminhoneiros.
MAIS
Na análise da greve, um detalhe vem sendo destacado: além dos altos preços do combustível, reajustados quase que diariamente, contribuiu para a explosão do movimento o fato de haver mais caminhões do que carga a transportar. Foi a manchete deste domingo da Folha de S. Paulo: "Sobra caminhão e falta carga no
Brasil da crise".

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