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Mensagem: Corrupção, uma vergonha Manoel Hygino Um índice deplorável. Os jornais publicaram, mas nem todos os cidadãos prestaram a devida atenção. O Brasil registrou em 2025 a pior posição no Índice de Percepção da Corrupção, da Transparência Internacional. O país, o maior em dimensões no hemisfério Sul da América, ficou na 107ª colocação entre 182 nações e territórios avaliados, com 35 pontos numa escala de zero a 100: quanto maior a nota, maior a percepção de integridade. A organização avaliadora considera insignificante a evolução de 2024 para o ano seguinte. Quer-se dizer – andamos mal. Em verdade, não evoluímos. “Os comportamentos inadequados considerados na análise incluem suborno, desvio de dinheiro público, uso de cargo público para ganho privado e nepotismo. O diretor-executivo da Transparência Internacional no Brasil, Bruno Brandão, disse que o Brasil ‘chocou’ o mundo com casos de macrocorrupção em escala inédita, como os do INSS e Master, impunidade generalizada mesmo para corruptos confessos e condutas desmoralizantes de ministros do próprio STF (Supremo Tribunal Federal)”. Em paralelo ao IPC, a organização lançou o relatório Retrospectiva 2025, que aponta o que classifica como agravamento da infiltração do crime organizado no Estado brasileiro por meio de dois setores: o sistema financeiro e a advocacia. O documento cita como destaques negativos no Executivo a resposta do governo ao esquema de fraudes no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e o que a ONG considera como um silêncio do presidente Lula (PT) sobre corrupção. Em 230 pronunciamentos em 2025, o presidente mencionou a palavra “corrupção” apenas 13 vezes”. Enfim, o quadro permanece uma lástima e vergonha nacional. Quando se diz que não se lê mais jornal ou não se liga a televisão em determinados horários, é porque se tem apenas más notícias, responsabilidade que não recai sobre o veículo de comunicação. Vive o mundo presentemente um dos seus mais conturbados períodos, embora fosse de se esperar que, após a II Grande Guerra, se gozaria de extenso tempo de paz entre os povos que habitassem o planeta. A Guerra Fria está esgotada e já enfrentamos desafios vários, causados por chefes de governo ou de Estado não suficientemente preparados para o exercício de suas gestões. O caso de Donald Trump é típico do que aqui está dito. O comandante eleito para conduzir os destinos da mais poderosa nação do planeta age como se fosse ele, sim, o dono. E, seguindo a via em escala declinante, atravessamos um período da vida dos povos em que predomina o descaso, o desinteresse, o desrespeito ao que há de mais nobre no homem, principalmente o que assume o dever de zelar pela honestidade, pelo ser humano, e pela comunidade.
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